Derme


A Pele é um órgão de revestimento do corpo, que apresenta variações de aspectos raciais, individuais e regionais, cuja superfície mede aproximadamente
1,50 m² e é responsável por 16% do peso corporal. Ela protege o corpo contra diversos agentes do meio ambiente, físico (calor, luz, radiação ionizante), químicos, microbianos e parasitários. A cor da pele depende da coloração própria da epiderme, que quanto mais espessa torna-se mais amarelada e menos transparente; do grau de pletora sanguínea e de cinco pigmentos primários: melanina, melanóide, oxihemoglobina e caroteno. A diversidade racial de cor está ligada a diferenças quantitativas de melanina e melanóide. A espessura da pele é variável segundo a região anatômica, idade, sexo. o tegumento é mais espesso na face posterior do pescoço (até 4 mm) e nas regiões palmares e plantares (3 mm). No mesmo indivíduo é menos espesso no dorso dos pés e mãos, face anterior do pescoço , antebraço e braço, seios, pálpebras e escroto (1/5 a 2/5 mm de espessura). A pele é mais fina nas mulheres e crianças.
Temos os pelos qie são anexos da pele, tem crescimento cíclico e existem em grande extensão do tegumento, exceto nas tegiões palmar e parte dos genitais externos. No couro cabeludo, supercílios e cílios os pêlos são grossos e fortes mesmo antes de puberdade.
Os demais anexos são glândula sudoríparas, que colcaboram na regulação térmica do corpo e apresentam-se em toda a superfície cutânea por meio de poros. As glândulas sebáceas, bem menos numerosas que as sudoríparas, que estão distribuídas por todo o tegumento, exceto nas regiões palmar e plantar. Em geral desembocam no folículo piloso e apenas 10% diretamente na epiderme. O produto de exceção destas glâmdulas (sebo) impermeabiliza e protege a cada córnea e o óstio folicular. Com o suor, tem a ação bacteriana, as unhas são formadas de células centralizadas e ão constituídas das mesmas camadas da epiderme, exceto a granulosa.

 

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Camadas da pele

 

A Epiderme é a camada mais externa da pele, é fina e avascular, e costuma regenerar-se em 4 a 6 semanas. Suas funções básicas são manter a integridade da pele e atuar como barreira física é de origem ectodérmica e é constituída de células epiteliais dispostas em quatro camadas: basal ou germinativa, malpighiana ou no corpo mucoso, granulosa e córnea.
►Germinativa → é composta por células basais e melanócitos. Nesta camada tem origem as células epidérmicas, que migram gradualmente para as camadas mais superficiais, até tornarem-se desprendimentos. Estima-se que este processo ocorra em cerca de 26 dias.
►A malpighianas ( corpo mucoso) ou camada de células espinhosas→ é composta por células poligonais cubóides ou achatadas e numerosas pontes intercelulares que auxiliam na coesão de células adjacentes através de expansões citoplasmáticas (tonofibrilas) e desmossomos. Garantindo resistência à epiderme. Nas mucosas, a epiderme apresenta apenas as camadas basal e malpighiana.
►A granulosa → é composta de uma a quatro fileiras de células alongadas com núcleos ovais ou achatados, paralelas à superfície cutânea, contém pequenos grânulos, são precursores da ceratina ou de uma proteína resistente à digestão proteolítica.
►Córnea→ é formada por células mortas, anucleadas, desidratadas e com aspecto de finas lâminas superpostas. As células córneas são compostas de ceratina e uma substância gordurosa, que respectivamente conferem resitência e impermeabilidade à pele.
◘ Na hipoderme, os feixes conjuntivos entrelaçam-se com as fibras elásticas, formando alvéolos com células adiposas. Esta estrutura protege os vasos e nervos contra traumatismos. Parte dos folículos e glândulas sudorípara localizam-se na hipoderme.

 

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Estágio das Úlceras

 

Hess (2002,p.100) :
Diversos sistemas de classificação identificam as úlceras de pressão por estágios de acordo com as camadas de tecido envolvidas. Não descrevem de forma completa a ferida e só constituem uma descrição anatômica da profundidade da ferida.

As úlceras possuem 4 estágios:
☼Estágio 1 ► Documente somente comprimento e largura. Não é possível descrever a profundidade, pois a epiderme está íntegra, embora o tecido abaixo dela possa estar lesado. A avaliação das úlceras de pressão em estágio I pode ser difícil nos pacientes com pele mais escura.
☼Estágio 2► Todas as úlceras de pessão no estágio 2 têm profundidade, pois a ferida já penetrou a epiderme. Nas úlceras de pressão superficiais, a profundidade pode ser descrita como inferior a 0,1 cm. Qualquer profundidade igual ou maior do que 0,1 cm deve ser medida com precisão, com ajuda de algum dispositivo para este fim.
☼Estágio 3► Documentar e descrever o comprimento, largura e profundidade, além da presença de formação de túneis, se houver. Quando existe tecido necrótico, não é possível realizar um estadiamento exato da úlcera de pressão até a descamação ou a escara ter sido desbridadas e a base da ferida torna-se visível.
☼Estágio 4► Documentar e descrever a perda significativa de pele com extensa destruição e necrose do tecido celular subcutâneo ou lesão muscular, óssea ou de estruturas de suporte (tendões e cápsulas articulares).

 

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Curativo


Segundo o Manual de feridas (2002) o curativo é uma denominação genérica que se dá aos procedimentos e cuidados externos dispensados à uma lesão. A proposta do tratamento de uma lesão com a utilização de um curativo tem por finalidade a limpeza da ferida, proteger de traumatismo mecânicos e contaminação exógena, absorver secreções, minimizar acúmulos de fluídos por compressão e imobilizar para facilitar o fechamento e restruturação da pele.
A ferida precisa ser avaliada de maneira apropriada e a melhor terapia tópica selecionada para permitir a cicatrização. A documentação da avaliação e do tratamento precisa ser feita adequadamente para permitir a avaliação do cuidado e para determinar se as mudanças são necessárias.

 

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Processo de cicatrização

 

A cicatrização é um conjunto de processos complexos, interdependentes, cuja finalidade é restaurar os tecidos lesados. A cicatrização da ferida é otimizada em ambiente úmido, isto porque a síntese do colágeno e a formação do tecido de granulação são melhoradas, ocorrendo com maior rappidez a recomposição epitelial e, além disso, não há formação de crostas e escaras.
A re-epitelização em feridas expostas ocorre em 6 a 7 dias, enquanto em feridas úmidas ela é mais rápida, totalizando 04 dias. Uma vez que a migração celular acontece em meio úmido as células epidérmicas no primeiro caso, necessitam tuneilizar a crosta formada, secretando colagenase, para atingir a umidade.

Fase inflamatória - reação local não específica a danos teciduais ou invasões por microorganismos. Seu início é imediato e a duração é 3 a 5 dias. É o processo que ocorre no organismo como defesa à lesão tecidual que envolve reações neurológicas, vasculares e celulares que destroem ou barram o agente lesivo e substituem as células mortas ou danificadas, por células sadias.

Fase de exsudação – ou fase de limpeza inicia-se imediatamente após o aparecimento da ferida. Em termos clínicos estamos diante de um local com inflamação que conduz a um pronunciado exsudato. Nesta fase o organismo inicia a coagulação, limpa a ferida e protege-a da infecção; os tecidos danificados e os germes são removidos (fagocitose)

Fase de Revascualrização (Granulação ou proliferação) – são geradas novas células e forma-se o tecido de granulação (uma espécie de tecido temporário para o preenchimento da ferida). Fibroblastos penetram na ferida em pequenas quantidades, inicia-se a síntese do colágeno e os capilares movem-se para o centro da ferida. E quando estas transformações ocorrem, reduz-se a quantidade de exsudato. A forma como se apresenta é agora de tecidos vermelhos com um bom fluxo sanguíneo.

Fase de reparação – Epitalização – fase de cobertura da ferida pelas células epiteliais. A diferença entre os tecidos torna-se cada vez mais evidente. As bordas da ferida deslocam-se para o centro e a ferida fica gradualmente coberta de tecido epitelial. À medida que a ferida se contrai o tecido vai se formando, o processo de cicatrização fica concluído.

Maturação – leva um ano nas feridas fechadas e mais nas feridas abertas. Nessa fase diminui a vascularização, o colágeno se reorganiza, o tecido de cicatrização de remodela e fica igual ao normal. A cicatriz assume a forma de uma linha fina e branca. Aumenta a força de distensão local.

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Fatores que Afetam a cicatrização

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Tipos de Fatores de riscos para infecção

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Princípios básicos para avaliação da ferida

►Dano tecidual sem solução de continuidade na superfície da pele;
►Se está superficial, abrasão, bolha ou cratera rasa, plana ou nivelada com a superfície da pele ou se está mais “funda” que a pele;
►Cratera profunda ou sem descolamento dos tecidos adjacentes;
►Sem possibilidade de visualização das camadas de tecidos devido à presença de necrose;
►Comprometimento de estruturas de suporte tais como tendão, cápsula de articulação;
Tipos de Tecidos

Necrose Branca/cinza – Pode aparecer antes da ferida abrir, a superfície da pela está branca ou cinza;
Esfacelo amarelo, não aderido; Fino, substância mucinosa, espalhando por todo o leito da ferida; facilmente separado do tecido da ferida;
Esfacelo amarelo, frouxamente aderido: Espesso, viscoso, pedaços de fragmentos, aderido ao leito da ferida;
Tecido preto/duro, firmemente aderido: Tecido firme e duro, fortemente aderido ao leito e às bordas da ferida (como uma crosta dura/casca de ferida).
Tecido de granulação: Tecido de granulação é o crescimento de pequenos vasos sanguíneos e de tecido conectivo para preencher feridas de espessura total. O tecido saudável quando é brilhante, vermelho vivo, lustroso e granular apresenta-se de coloração rosa pálido ou esbranquiçado para o vermelho opaco.
►Exsudato

 

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AGE

Os ácidos graxos essenciais são precursores de substâncias farmacológicamente ativas envolvidas no processo de divisão celular e diferenciação epidérmica (tromboxanes, prostaciclinas e prostaglandinas) e possuem capacidade de modificar reações inflamatórias e imunológicas, alterando funções leucócitárias e acelerando o processo de granulação tecidual.
Atualmente há comercialização de produtos a base de ácidos graxos essenciais (ácido linoléico, ácido caprílico e ácido cáprico) vitaminas A e E e lecitina de soja. Estes produtos podem ser utilizados tanto no tratamento de lesões como na profilaxia de úlceras de decúbito.
A vitamina A no organismo favorece a integridade da pele e sua cicatrização. A vitamina E tem função ainti-oxidante e protege a membrana celular do ataque de radicais livres. O ácido linoléico é importante no transporte de gorduras, manutenção da função e integridade das membranas celulares e age como imunógeno local. A lecitina de soja protege, hidrata e auxilia na restauração da pele.
Composição: óleo vegetal composto por ácido linoléico, ácido cap´rilico, ácido cáprico, vitamina A, E e lecitina de soja.
Mecanismo de ação: promove quimiotaxia (atração de leucócitos) e angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos), mantém o meio úmido e acelera o processo de granulação tecidual.
A aplicação típica em pele íntegra tem grande absorção, torna uma película protetora na pele, previne escoriações devido a alta capacidade de hidratação e proporciona nutrição celular local.
Indicação: prevenção de úlcera de pressão e tratamento de feridas abertas.
Tipos de feridas: lesões abertas com ou sem infecção.
Periodicidade de troca: trocar o curativo sempre que o curativo secundário estiver saturado ou no máximo a cada 24 horas.


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Carvão ativado e prata


É um curativo estéril indicado principalmente para lesões infectadas com odor fétido devido ao alto poder de filtração de odores de carvão.
Composição: cobertura de contato de baixa aderência, envolta por camada de tecido e almofada impregnada por carvão ativado e prata 0,15%.
Mecanismo de ação: o carvão ativado absorve o exsudato e filtra o odor e a prata exerce ação bactericida.
Indicação: feridas infectadas exsudativas, com ou sem odor.
Tipo de ferida: neoplásicas fétidas e lesões de queimadura.
Periodicidade de troca: Trocar a cobertura secundária sempre que estiver saturada; trocar o cutativo de carvão ativado no início a cada 48 horas ou 72 horas, dependendo da capacidade de absorção e quando a ferida não estiver mais infectada, a troca deverá ser feita de 3 a 7 dias.

 

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Protetor Cutâneo


São compostos comercializados na forma de pó, pasta e placa, com a função de proteger e regenerar a epiderme Peri-ostomias e Peri-fístulas.
Composição:  gelatina, pectina, carboximetilcelulose sódica e poliisobutileno.
Mecanismo de ação:
Gelatina:
faz a hidrólise parcial do colágeno e é um agente hemostático e absorvente.
Pectina: é uma substância mucilaginosa com o poder de absorção de água formando soluções coloidais viscosas e opalescentes (gel) com propriedades protetoras sobre as mucosas.
Carboximetilcelulose sódica: proporciona viscosidade, estabilidade e emulsão.
Poliisobutileno: é um elastômero derivado da polimerização do isobutileno resitente aos ácidos drenados pelo organismo.
Indicação: protetor cutâneo para prevenção e tratamento de lesões de pele provocadas por esparadrapagem, fixação de bolsas coletoras, extravasamento de drenos, ostomias e fistulas.
Pó: indicado para lesões úmidas e escoriadas da pele periostomal.
Pasta: indicada para correção das imperfeições do ostoma. Sua função é de selante da pele como o ostoma, através da formação de um anel Peri-ostomal.
Placa: protege e regenera a pele lesada, permitindo a fixação de bolsas coletoras sobre a placa.
Tipos de Feridas: pele ao redor de drenos, ostomias e fístulas.
Periodicidade de troca: troca a placa quando houver a perda da aderência; esvaziar a bolsa pela abertura inferior da mesma; realizar a limpeza da bolsa injetando água em jato pela abertura interior da mesma.


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Filme Transparente


Consiste em uma membrana de poliuretano com uma camada adesiva que é permeável ao vapor. Pode ser utilizado em úlceras nos estágios I e II e nas úlceras em estágio III com pequena quantidade de exsudato.
Causam autólise do tecido necrótico. São mais adequadas para a região do trocânter, costas e braços. Pode ser usado como cobertura secundária para outros curativos.
Suas vantagens:  são impermeáveis a água e bactérias fornecendo assim uma barreira mecânica; mantém um ambiente úmido para a ferida; permite a sua visualização; protege e mantém a ferida aquecida; não exige um curativo secundário; a troca deve ser feita entre 3 a 5 dias.
Suas desvantagens: Se não for retirado adequadamente pode lesar a pele; não absorve exsudato. Não adere muito bem na região sacral ou em peles oleosas


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Hidrocolóides


São coberturas oclusivas para feridas compostas de gelatina, pectina e carboximetilcelulose sódica em sua face interna com uma base adesiva e com espuma de poliuretano ou filme em espessura, forma e desenho da borda. Podem ser utilizadas em várias regiões.
Suas vantagens:  Previnem a contaminação secundária da ferida; protegem o desenvolvimento do tecido novo que é frágil; permitem o desbridamento autolítico; aumentam a taxa de angiogênese; fibrinólise e epitalização; mantém a umidade dos tecidos; são trocados geralmente entre 3 a 5 dias; podem reduzir a dor da ferida; não requerem o curativo secundário.
Suas desvantagens: Não é transparente o que impede a visualização da ferida; tem odor quando removido que pode ser confundido com odor de infecção; pode formar um gel amarelo que interage com o exsudato da ferida e pode ser confundido com secreção purulenta; não pode ser usado em feridas  com grande quantidade de exsudato pois apresenta pouca absorção; não deve ser usado em feridas infectadas, em feridas profundas ou tratos sinusais; o custo inicial é elevado; tende a enrugar-se na região sacral, criando uma pressão extra. Ao ser cortado para adequação do tamanho precisa “moldura” de micropore.


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Curativos de Hidrogel


Tem como composição principal deste curativo é a água e a ação é a hidratação da superfície da ferida ou escara. São apresentados de três formas: a) uma estrutura fixa plana que não permite que se molde ou se adéqüe ao formato da ferida; b) na forma de gel amorfo em tubos, sache aluminizado, gaze saturada ou spray; c) na forma seca congelada.
Suas vantagens: molda-se à superfície da ferida; é muito eficaz na hidratação da ferida e debridamento de tecido necrosado; disponível em diferentes formas; apresenta-se frio quando aplicado e auxilia a diminuir a dor; a remoção não traumatiza a ferida; permite a visualização ferida quando na fora plana; pode ser usado em feridas infectadas; pode ser usado em queimaduras e úlceras de pressão superficiais  profundas.
 Desvantagens:  alguns necessitam de um curativo secundário para fixação; podem requerer trocas freqüentes; tem pouca capacidade de absorção; podem macerar a pele.


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Colágeno


Produzindo à partir de colágeno de bovinos ou aves, é uma proteína insolúvel encontrada na pele, ossos, cartilagens e ligamentos. Promovem a deposição e organização das novas fibras de colágeno e tecido de granulação.
Vantagens:  feitos em películas planas, fitas e gel; fácil de usar; quando associadas ao alginato tem maior capacidade de absorção; mantém a ferida em meio úmido; pode ser em combinação com outros curativos.
Desvantagens: necessita de curativo secundário; pode ter custo elevado; pode causar reações de sensibilidade por ser de origem animal.
Fatores de crescimento
São proteínas encontradas naturalmente no organismo humano. Afetam o processo de cicatrização pois levam certas células a proliferar, a produzir um produto ou migrar para uma área específica.
Vantagens: permite a libertação dos fatores de crescimento em momentos específicos; podem facilitar a cicatrização de feridas que não evoluem.
Desvantagens: custo elevado, a forma de  utilização pode ser muito complicada ou complexa para alguns pacientes; paciente pode não ter condições de manter o produto adequadamente refrigerado.


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Uso de soluções tópicas


Muitas soluções tópicas, pomadas e cremes são utilizados nas feridas. As informações abaixo podem ser úteis para decidir o que usar.
Anti-bacterianos:  tópicos frequentemente são prescritos para tratamento das feridas pois colocam a droga em contato direto com a área afetada e às vezes evitam o uso de antibióticos sistêmicos. Algumas pessoas apresentam alergia. Alguns apresentam efeitos colaterais. Exemplos incluem a sulfadiazina de prata, o sulfato de neomicina e bacitracina.
Anti-sépticos: tem propriedades bactericidas e bacteriostáticas dependendo do agente e concentração. Podem ser citotóxicos para o tecido de granulação e precisam ser evitados ou usados com cuidado. No Brasil, o uso é contra-indicado pelo Ministério da Saúde. Exemplos: ácido acético, hipoclorito de sódio, água oxigenada e PVPI (povidine).
Solução Salina  normal ou SF 0,9% não causa efeitos colaterais e pode ser usada com segurança.
No ambiente domiciliar onde existe fornecimento regular de água potável, esta também pode ser usada para limpeza da ferida.

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Gaze


Existem vários tipos de gazes e a verdadeira é feita com 100% de algodão. A gaze pode ser usada seca, úmida ou colocada úmida e removida quando seca porém esta última forma não é recomendada pois fornece um debridamento não seletivo, podendo lesar também o tecido de granulação.
Não deve ser usada para proteção de úlceras no estágio I.
Vantagens: Usado para grandes feridas com grande volume de exsudato para absorção, baixo custo.
Desvantagens: Pode deixar partículas ou fibras na ferida; é difícil garantir uma aplicação adequada; demanda mais tempo de enfermagem no cuidado pois geralmente necessita de 2 a 3 trocas diárias; precisa ser mantida úmida para evitar que o leito da ferida fique ressecado; a gaze com exsudato pode causar a  maceração da pele circundante necessitando do uso de vaselina na região perilesional para proteção; se for colocada em excesso dentro da cavidade da ferida pode comprometer o fluxo sanguíneo pela compressão, causar dor e retardar o fechamento da ferida. Pode causar danos no tecido de granulação.

 

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Estreptoquinase


Trata de um preparo enzimático, apresentado na forma de pó em frasco pequeno. É constituído com solução salina normal para formar um líquido, ou com um pouco de solução salina e um gel lubrificante, para formar uma gelatina. Sua ação é desbridar as feridas e é particularmente útil nas escaras necróticas.
Um filme ou gaze semipermeável pode ser usado como curativo secundário. A estreptoquinase é um agente trombolítico preferido no tratamento do infarto agudo do miocárdio. É administrado por via intravenosa. Mas após, 5 dias de tratamento, uma resposta imunológica produz anticorpos que tornam ineficaz a continuidade de seu uso por um período de até 6 meses. Alguns pacientes têm uma reação quando recebem estreptoquinase nesse período, a qual leva a hipersensibilidade e até mesmo ao choque hipovolêmico. Nesse caso é usado estreptoquinase/estreptodornase em feridas com esfacelos provocava uma reação tipo anticorpo, em um mês, a qual durava até 3 meses.

 

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Pomadas Enzimáticas


As pomadas enzimáticas são compostos de enzimas específicas para determinados substratos com o objetivo de auxiliar no desbridamento da lesão, entretanto não há dados conclusivos sobre a ação como estimulador do processo cicatricial.


Colagenases


Agem seletivamente degradando o colágeno nativo da ferida; é indicada para desbridamentos enzimáticos suave e não invasivos de lesões. É indicada para feridas com tecidos desvitalizados e contra-indicado em feridas com cicatrização por primeira intenção e também pacientes sensíveis à enzima.
Deve-se trocar a cada 24 horas

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Fibrinolisina


Favorece a dissolução de exsudato e tecidos necróticos pela ação lítica da fibrolisina e da desoxirribonuclease sobre o ácido desoxirribonucléico. É indicada para desbridamento enzimático suave e não invasivo de lesões e também para feridas com tecido desvitalizado. É contra-indicado para feridas com cicatrização por primeira intenção e reação alérgica em pessoas sensíveis a substâncias bovinas.

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Colágeno com alginato


É um curativo composto de colágeno e alginato que fornece apoio estrutural para o crescimento celular favorecendo a condição ideal de meio úmido. É realmente absorvente para feridas com moderada a intensa exsudação, mantém um microambiente fisiológicamente úmido na superfície da ferida que é condutivo à formação de tecido de granulação, epitelização e faz com que a cicatrização ocorra mais rapidamente.
Ele absorve e forma um gel que mantém o meio úmido e controla o exsudato; o colágeno também favorece o crescimento interno dos tecidos e dos vasos sanguíneos. É utilizada em feridas abertas com exsudato moderado a intenso como por exemplo: feridas causadas por etiologias vasculares mistas, úlcera diabética, queimaduras de segundo grau, abrasões e feridas traumáticas cicatrizadas por segunda intenção; incisões cirúrgicas deiscentes; sítios doadores; úlcera de pressão. É contra-indicado utilizar em feridas sem ou com pouca exsudação.
Deve-se trocar a cobertura secundária sempre que estiver saturada, exsudação moderada: a cada 2 ou 4 dias.

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Curativo de hidrogel com alginato


Hidrogel com alginato é um gel transparente, hidroativo e amorfo, cria um ambiente de hidratação na recuperação de feridas que ajuda a autólise enquanto o componente de alginato aumenta a sua consistência facilitando a sua aplicação. O gel pode ser usado para amolecer e hidratar áreas necróticas ou desvitalizadas, facilitando sua remoções.
É um gel transparente, hidroativo, amorfo, contendo alginato de sódio, este gel proporciona um ambiente que favorece a remoção das áreas necróticas ou desvitalizadas, estimula a formação do tecido de granulação e epitelização. O alginato aumenta a absorção e sua melhor consistência aumenta o tempo de permanência do hidrogel na ferida. É indicado para tratamento de áreas necróticas secas, tecido desvitalizado mole e feridas em fase de granulação/epitelização como as feridas de crostas, fibrinas, tecidos desvitalizados e feridas em fase de granulação-epitelização. É contra-indicado em pele íntegra e incisões cirúrgicas fechadas.
Período de troca em caso de necrose seca é de no máximo 3 dias; em caso de ncrose mole é de 1 a 3 dias dependendo do nível de exsudato e descamante de 1 a 3 dias.

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 PRODUTOS CONTRA-INDICADOS PARA CURATIVOS!!!!!

 

PRODUTO

EFEITO NA FERIDA

CONTRA-INDICAÇÃO

Açúcar

É esfoliante lesando o produto de granulação

É considerado fonte de infecção e atrai formigas e insetos, exige várias trocas.

Permaganato de potássio (kmno4)

Resseca os tecidos

Impossibilita que o leito da ferida se torne úmido.

Povidine (PVPI)

Citotóxico para as feridas, destrói os fibroblastos

Pode causar dermatites:
- Existem relatos de absorção pela mucosa e lesões, podendo levar tardiamente a uma tireoidite e até mesmo insuficiência renal se usado por tempo prolongado.

Antibiótico tópico

Seleção de flora bacteriana no local da lesão, prejudicando a cicatrização.

Predispõe a hipersensibilidade ao antibiótico e dermatites.

Corticóides

Desfavorece o processo inflamatório por ação antiinflamatória retardando o crescimento tecidual.

Retarda o processo de cicatrização.

Éter/benzina

Ação irritante, resfria o tecido perilesão, desidrata o mesmo.

Retarda o processo de cicatrização e promove ressecamento do tecido perilesão.

Violeta Graciana

É citotóxica para os fibroblastos e dificulta a granulação normal.

Promove ressecamento da lesão, pode provocar manchas na pele.

Lidocaína em gel

Não promove efeito anestésico comprovado.

Inibe a ação de outros produtos que serão usados nas feridas ex: pomada desbridante.

Vaselina

Causa impermeabilização da pele.

Dificulta a ação de outros produtos, não tem como garantir qualidade de esterilização, o que pode promover colonização por microorganismos.

 

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Prevenção


As úlceras de pressão tendem a surgir em pacientes que sofrem compressão persistente sobre proeminências ósseas. Pacientes que passam a maior parte do tempo no leito, ou em outro local em posição sentada (como em cadeiras de rodas), sem redistribuir adequadamente o peso corporal, são os de maior risco. Os riscos aumentam com vários co-fatores, como paralisia parcial ou total e desnutrição.
Para prevenir as úlceras de pressão e viabilizar desfechos positivos, uma equipe multiprofissional deve elaborar e implementar um programa abrangente. Os membros que compõem essa equipe são médico responsável, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista.
Redução da carga mecânica e utilização de superfícies de suporte
Reposicione as pessoas restritas ao leito pelo menos a cada duas horas; pessoas restritas à cadeira a cada hora; usar uma escala de horário de reposicionamento por escrito; colocar as pessoas de risco, em colchões ou almofadas que reduzam a pressão. Não use almofadas tipo argola ou roda d’água. Considere o alinhamento postural, a distribuição do peso, a estabilidade e a capacidade para o alívio da pressão quando posicionar pessoas em cadeiras ou cadeiras de rodas.
Deve-se ensinar as pessoas restritas à cadeira e que são capazes, a mudar a posição para aliviar o seu peso a cada 15 minutos; usar recursos tipo trapézio ou o lençol móvel/forro de cama para elevar ou movimentar ao invés de arrastar as pessoas durante a transferência ou mudança de posição; usar travesseiros ou almofadas de espuma para manter as proeminências ósseas como joelhos e calcâneos fora do contato direto com a cama ou com outra proeminência do próprio corpo; usar recursos que aliviem totalmente a pressão nos calcâneos (coloque travesseiros sob a panturrilha para elevar os pés).
Evite posicionar o paciente diretamente sobre o trocânter. Quando usar o decúbito lateral inclinada em ângulo de 30º graus; elevar sempre que possível a cabeceira da cama o menos possível e por pouco tempo (ângulo máximo de 30º).

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Avaliação


Quando o enfermeiro realiza a troca de curativos, ele deve monitorar o progresso da ferida e a eficácia do curativo. Parte de avaliação também envolve documentação eficaz registrará o tamanho e a aparência da ferida.
Quaisquer mudanças precisam ser comunicadas aos outros membros da equipe, como parte do intercâmbio de informações sobre o progresso do paciente.

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O Papel do Enfermeiro no Tratamento de Úlceras de Pressão


O enfermeiro tem um papel importante no tratamento de feridas e precisam estar cientes de suas responsabilidades. É evidente que tal papel deve ser visto no contexto da equipe multidisciplinar, porque as feridas não podem ser encaradas como algo isolado do resto do corpo.
Diferentes especialidades médicas também estão envolvidas no tratamento de feridas, de modo que os membros da equipe variam de acordo com as necessidades do paciente. Em muitas áreas, as equipes multidisciplinares estão preparando políticas para o tratamento de feridas e a prevenção das úlceras de decúbito. Tais esforços devem ser aplaudidos, pois trarão grandes melhoras aos padrões de atendimento ao paciente.
O enfermeiro é responsável por seus atos, a responsabilidade profissional é uma obrigação de todos aqueles envolvidos com a prestação de cuidados médicos, inserindo no perfil esperado pela sociedade.
A avaliação do paciente e da ferida deve ser feita de maneira metódica. Os registros são vistos como parte integrante e essencial do tratamento, permitindo boa comunicação entre profissionais. A avaliação poderá revelar a necessidade de  envolver outros membros da equipe multidisciplinar no tratamento do paciente. No caso de pacientes em risco de desenvolver escaras de decúbito ou naqueles que já sofrem um papel importante no planejamento desses aspectos do tratamento e na coordenação dos dados oriundos de outros membros da equipe. Desse modo se estabelecerá uma estratégia que maximizará a cicatrização de feridas.

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Curativos em Enfermagem

Desenvolvido por Erika Barroso ©

Curativos para Quelóides

 

O desenvolvimento de cicatrizes hipertróficas ou quelóides, ocorre por um desvio nas fases de cicatrização, com acúmulo progressivo de colágeno e matriz extracelular na região da cicatriz. Algumas medidas podem ser utilizadas para prevenir ou até mesmo regredir as cicatrizes hipertróficas na sua fase inicial. A compreensão local têm efeito desde que utilizada logo após a epitelização completa ter ocorrido, para isto utilizados diversos tipos de bandagens compressivas. A utilização de folhas gel de silicone, apresenta efeito no bloqueio do desenvolvimento de cicatrizes hipertróficas através do aquecimento local, aumentando a atividade de colagenase, exercendo pressão local e hidratando a cicatriz. Deve ser usada 24 horas por dia durante alguns meses. Outros métodos, utilizados incluem a injeção local de medicamentos (triamcinolona, prostaglandinas etc), irradiação e aplicação de laser.

Postado por curativosemenfermagem às 01h18
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Boa noite pessoal! postamos sobre tipos de Desbridamento!

Esperamos que o material contribua para o seu conhecimento!!

Quer falar conosco?

curativosemenfermagem@yahoo.com.br

Postado por curativosemenfermagem às 23h25
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Tipos de desbridamento de uma ferida

O desbridamento é a retirada de tecido necrosado. As feridas podem ser debridadas por enzimas, mecanicamente, por autólise ou por uma associação desses métodos.

 

Desbridamento Enzimático – o desbridamento degrada o tecido necrótico sem afetar o tedico viável. Os agentes utilizados são fármacos preescritos pelo médico. Nem todas as enzimas são igualmente eficazes, o que torna necessário aseguir as instruções dos fabricantes com cuidado.

 

Desbridamento Mecânico – as três técnicas de desbridamento mecânico incluem aplicação de curativo úmido a seco, imersão com turbilhonamento da água ou remoção do tecido necrótico por cirurgia. A  terapia pode varias desde conservadora até agressiva.

 

Desbridamento por autólise – O desbridamento por autólise ao corpo lisar ou degradar tecido necrótico mediante o uso de enzimas e degradar tecido necrótico mediante o uso de enzimas e mecanismos de defesa do corpo. Muitos curativos têm como objetivo a promoção da autólise.

 

Desbridamento combinado – Dependendo do tipo da lesão podem ser combinadas. Métodos mecânicos, por exemplo, podem ser usados juntos com métodos enzimáticos, como é o caso das ondas (beads) para limpeza de feridas ou de agentes tópicos que absorvem exsudatos e restos teciduais.

Postado por curativosemenfermagem às 23h23
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Pé Diabético

O que é o pé diabético ?

O pé diabético é uma das complicações crônicas que atingem os pacientes diabéticos. Acomete os membros inferiores. Entre 5 a 10% dos pacientes diabéticos são portadores de úlceras nos membros inferiores. É também a causa mais comum de internação de pacientes diabéticos.

Postado por curativosemenfermagem às 22h50
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É problema único ?

Normalmente não. Diabeticos são pacientes que enxergam mal, devido à retinopatia diabética, não percebendo uma lesão grave em um pé ou inchaço de membros inferiores, podendo piorar a situação. Também são pacientes que possuem neuropatia, ou seja, deficiência na sensação de dor e outros, possuem doença arterial associada, têm dificuldade de combate a infecção, podem apresentar deformidades osteoarticulares, e, também doença nos rins e coração. Todos esses fatores agravam o quadro.

O controle da diabetes é importante ?

Sim, ficou comprovado que uma queda nas taxas de hemoglobina glicosilada, e esta é utilizada exatamente para medir o controle da diabetes no paciente.

Postado por curativosemenfermagem às 22h37
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Quem é o médico especializado no tratamento do pé diabético ?

Por ser um problema muito comum, varios especialistas em diversas áreas estão aptos a seguir um tratamento, porém, o Cirurgião Vascular é o recomendado.

O que se sente?

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito pela história clínica (anamnese) e pelo exame físico da lesão por um médico competente. A lesão, quando avançada, geralmente é indolor porém extensa e de odor extremamente desagradável devido à necrose úmida que provoca.

Postado por curativosemenfermagem às 22h30
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Como é feito o tratamento?

É imprevisível a evolução das lesões nos diabéticos, particularmente quando se associam à polineuropatia, à vasculopatia e às infecções.

É necessário o controle rigoroso da glicemia através da dieta e de insulina ou hipoglicemiantes orais, bem como da limpeza diária e tratamento precoce das lesões - o mais imediato possível.

A cirurgia arterial direta, a simpatectomia e o desbridamento das lesões são possibilidades que podem ser indicadas pelo médico.

O que mais podemos fazer para evitar ?

Todo paciente diabético deve sempre:

Postado por curativosemenfermagem às 22h28
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Postado por curativosemenfermagem às 22h27
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Postado por curativosemenfermagem às 22h27
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Postado por curativosemenfermagem às 22h27
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Pé diabético

Postado por curativosemenfermagem às 22h26
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Pé Diabético

Tem cura ?

Na realidade é possivel controlar o problema na maioria das vezes, mas é preciso muita dedicação do paciente. Somente as orientações médicas e remédios não são suficientes.

Postado por curativosemenfermagem às 22h25
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Estaremos postando mais informações sobre os fatores de cicatrização amanhã!!!

Obrigado!! Entre em contato conosco!

curativosemenfermagem@yahoo.com.br

Postado por curativosemenfermagem às 00h14
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I)                   Nutrição

Ema deficiência nutricional pode dificultar a cicatrização, pois deprime o sistema imune e diminui a qualidade e a síntese de tecido de reparação. As carências de proteína e de vitamina C são as mais importantes pois afetam diretamente a síntese do colágeno.

II)                 Hemorragia

Acúmulo de sangue propicia o acúmulo de células mortas que precisam ser removidas, bem como o surgimento de hematomas e isquemia. Isso provoca dor e lentifica o processo de cicatrização.

III)              Edema e obstrução linfática

Dificultam a cicatrização pois diminuem  o fluxo sanguineo e o metabolismo do  tecido, facilitando o acúmulo de catabólitos e produzindo inflamação.

Postado por curativosemenfermagem às 00h11
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I)                   Infecção

A infecção é definida como uma concentração bacteriana superior a 10. Colonização da ferida não deve ser confundida com infecção. A colonização ocorre quando a ferida é mantida livre de tecido necrótico e/ou material estranho e é controlada pela ação de necrófilos e macrófagos.

            Já a infecção ocorre quando há uma alta concentração bacteriana, tecido local comprometido (escara, necrose ou corpo estranho) é comprometimento generalizado do paciente.

II)                 Idade do Paciente

O envelhecimento torna os tecidos menos elásticos e menos resitentes o que dificulta a cura de uma ferida.

III)              Hiperatividade do paciente

A hiperatividade do paciente dificulta a aproximação das bordas da ferida. O repouso favorece a cicatrização.

Postado por curativosemenfermagem às 00h06
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Site/Blog

Curativos em enfermagem é um site desenvolvido com objetivo de trocas de informações sobre assuntos relacionados à curativos! Estamos sempre em busca de novidades e postando resumos de vários artigos lidos! Em Breve alguns trabalhos que foram feitos, relacionados à Curativos na enfermagem.
Espero que gostem e nos ajudem a desenvolvê-lo!

Dúvidas?! Entre em Contato!

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

♦Manual de Tratamento de Feridas - Campinas: Unicamp,2002

♦HESS, Cathy Tomas. Tratamento de Feridas e Úlceras. 4º ed. Rj: Reichmann e Affonso, 2002.

♦DEALEY, Carol. Cuidando de Feridas: um guia para Enfermeiras. São Paulo: Atheneu, 2001.

♦GOGIA, Prem. P. Feridas. Tratamento e cicatrização. RJ: Revinter, 2003.

♦GOMES, F.V.L. Manual de curativos. 3º ed, 2005.

♦Atuação do Enfermeiro no Tratamento de úlceras de Pressão. Érika Barroso.RJ,2005 .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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